Porque essa música é lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!
"A love like ours is love that's hard to find
how could we let it slip away? "
https://www.youtube.com/watch?v=OlKaVFqxERk
"Dupla delícia. O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado." Mário Quintana
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Traumas
Você percebe que tem um trauma quando, diante de um detalhe, seu chão parece desaparecer e aquele pequeno gesto te leva a encarar um fantasma não enfrentado. Porque na verdade não é o detalhe, é toda carga emocional que esse detalhe carrega.
Quando você tem uma reação diante do nada, observe, pode ser uma reação ao passado e não ao presente.
E uma reação sem ação parece absurda. Mas não é.
É como aquele ratinho de laboratório que de tanto tomar choque ao tentar pegar o alimento, deixa de tentar mesmo com o "choque desligado". Isso é perigoso para nós, porque podemos ficar desnutridos emocionalmente porque temos medo de pedir carinho e tomar choque.
Como eu não sou de fugir e procuro sempre estar atenta às minhas reações...Observo, analiso, volto a fita e...lá está ele...o trauma.
Diante dessas situações traumáticas é bem mais fácil fugir, mudar o rumo, jogar um tapete em cima da sujeira ao invés de limpá-la. É, mais fácil é mesmo. Mas EU acho desconfortável a mentira, a covardia. Prefiro enfrentar. Dói. E como dói!
A gente se vê chorando por NADA. Com medo de algo que a pessoa acha absurdo (pequeno demais). E é absurdo porque diante daquela história não faz sentido mesmo. Mas já fez muito sentido, aliás, foi sentido demais num passado "não muito remoto".
Sabe que eu acho que é isso que acontece algumas vezes. Quando um cara some do nada ou muda da água para o vinho. Acho que em algum momento você teve uma atitude que o fez sentir uma dor do passado e ele sem saber o que era aquilo, e por não querer senti-la novamente...fugiu. Claro, na maioria das vezes é inconsciente. E pior, na maioria das vezes as pessoas fogem, evitam falar, evitam passar por aquele trajeto.
Quantas e quantas vezes a gente pode ter perdido pessoas incríveis simplesmente porque tiveram uma atitude (até boa) mas que nos fez lembrar de um passado dolorido.
Eu tenho que enfrentar. Até porque as pessoas com quem me relaciono tem a "alma semelhante" e uma vez ou outra tem ações parecidas.
Traumas todo mundo tem. A questão é como a gente lida com eles.
Sabe, tratar uma ferida, enfrentar algo mesmo que pareça pequeno pode parecer besteira ou uma dor desnecessária. Mas não é. Enfrentar, curar a ferida nos leva à maturidade e a maturidade sempre nos eleva, nos leva num novo nível de relacionar, de viver...É uma libertação.
Se não consegue sozinha, peça ajuda ao Pai de Amor (Deus).
Confie em mim.
"O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de um algum acontecimento. Pressupõe uma experiencia de dor e sofrimento emocional ou físico. Como experiência dolorosa que é, o trauma acarreta uma exacerbação do medo, o que pode conduzir ao estresse, envolvendo mudanças físicas no cérebro e afetando o comportamento e o pensamento da pessoa, que fará de tudo para evitar reviver o evento que lhe traumatizou. [...] Um evento traumático envolve uma experiência ou série de experiências repetidas que afetam a maneira de o indivíduo lidar com ideias ou emoções envolvidas com aquela experiência, podendo às vezes durar semanas ou anos. O trauma pode ser causado por vários tipos de eventos, mas há alguns aspectos em comum. Geralmente envolve o sentimento de completo desamparo diante de uma ameaça real ou subjetiva à própria vida, ou à vida de pessoas amadas, ou à integridade do corpo. Um trauma pode, frequentemente, violar as ideias do indivíduo a respeito do mundo, colocando o indivíduo num estado de extrema confusão e insegurança. O trauma também pode acontecer em decorrência da traição de alguma pessoa ou instituição de maneira imprevista, ou ainda, alguma desilusão ou privação sofrida em algum(s) momento(s) da vida, que possa ter ocasionado transtornos no indivíduo."
_Wikipédia
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Que anarquia é essa?
É impressão minha ou o mundo está caminhando para uma anarquia sem precedentes? E o pior: estão aplaudindo, sendo manipulados sem ver.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
O Amor abre os olhos do próximo.
A gente lê cada absurdo, cada coisa estranha...e pior, de pessoas "inteligentes". Mas normal, né...todos nós estamos expostos e podemos ser contaminados e nem perceber.
Certo dia li que quem ama faz de tudo pelo outro. Claro, com algumas exceções.
Queridos, o amor não passa a mão em coisas distorcidas, erradas, contrárias...E aqui não estou falando de opiniões. Óbvioooooooo, opinião cada um tem a sua.(nem precisava explicar, mas como sempre tem um ou outro que quer polemizar...acho melhor deixar bemmm claro).
Eu tenho amigos que AMO (e amo mesmo!), mas isso não significa que eu concorde com algumas atitudes.
O que alguém que ama faz? FALA! Expõe pra ele. Afinal, são amigos e amigos falam a verdade mais do que qualquer outra coisa (pelo menos, deveriam).
Certa vez um amigo fez algo muito errado (sim, existe certo e errado para algumas coisas). Há princípios morais, aqui é selva mas há a lei da selva.
Continuando...Um amigo "pegou" emprestado um dinheiro do trabalho e devolveria no dia seguinte. Fiquei sabendo por outros meios, depois ele me contou. O que eu fiz?
Falei "vc está errado! As pessoas confiaram em você. Você quebrou isso.".
Ele arrependido disse: -"e agora o que eu faço?"
Respondi prontamente: "-Devolva, peça perdão e MUDE. Nunca mais faça isso!"
Ele estava chorando...E eu continuei: -Olha, eu te amo, e você sabe disso. Mas discordo dessas atitudes".
Queridos, o amor grita verdades, repreende quando está errado. Quero muito que meus amigos sejam felizes, mas se a felicidade deles estiver ligada a algo "incomum"...Não apoio e nem apoiarei, mas continuarei amando e torcendo para que os olhos se abram.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Reinventar é preciso.
Sabe, fico relendo meus textos e vendo o quanto amei /amo alguém gratuitamente.
Do meio de 2010 pra cá são todos os textos praticamente dele, inspirados nele. É amor. Eu sei que é.
Eu sei que pensam que ele não merece. Mas quem disse que a gente ama por mérito?
Amor desperdiçado? Acredito que não. Esse amor deve ter feito bem pra ele, deve fazer bem pra sempre. E tomara que faça!
E pra mim? Ué...Dou amor porque é o que tenho pra dar, porque é o que recebo gratuitamente do Pai (Deus) e de tanta gente!
Amor saudável não pode fazer mal.
Não, não me acho tão corajosa por escrever tanto pra ele, até porque só fui contar-lhe muito tempo depois. E ele não é um leitor assíduo. Minha vida pouco lhe interessa (triste constatação).
Eu não escrevia (ou escrevo) por ter coragem. Escrevo por NECESSIDADE.
Eu preciso desaguar em algum lugar. E ainda bem por esse lugar!
Escrevo aqui não para expor (embora muitas vezes exponha, porque nem sempre invento contos. Simplesmente conto.)
Escrevo porque me ajuda a pensar, descarregar tanto amor, aliviar...e pelo menos aqui posso sonhar.
Mas uma hora os pés se cansam de ficar de pé esperando... A mão se cansa de procurar e não achar.
Uma hora os olhos se cansam de não ver, os ouvidos se cansam do silêncio.
Uma hora a boca seca de tanto chamar.
Uma hora o corpo não resisti, desiste.
Uma hora a mente cansa de inventar justificativas para a ausência. Ele não quis.
A imaginação cansa de imaginar apenas...
Ele não está. E acho que nunca esteve. Talvez ele nem exista.
Mas diante de tanto cansaço. A gente tem que aprender a continuar.
A gente tem que inventar um lugar pra guardar o amor, e inventar mais outro lugar para que nasça um novo amor. E já que tentar não consigo mais.... A gente tem que inventar, se reinventar...
No meu caso Rê-inventar.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Menos comparação, Renata, menos...
Vez ou outra a razão quer comparar. Mas a razão não sabe das coisas.
Aliás, ela sabe de COISAS e não de coração.
E ela diz : "ele não é assim como o fulano, ele não gosta disso ou daquilo...".
E às vezes a gente quase cai.
Por exemplo, uma observação que pra mim sempre foi primordial: ele não é músico. Sempre gostei de músicos, porque a ideia de ter alguém do meu lado que fosse desafinado já me deixava irritada.
E de repente me vi questionando isso: "ele não é músico."
Aí eu me respondi: "não, não é. Mas ele tem inúmeras outras qualidades, e dentre elas a maior, ele me quer. Ele sonha comigo. Ele perde o sono por mim. E ele me diz essas coisas. Ele não joga, ele SE joga. Ele não esconde o que pensa. Não esconde os medos. Me pergunta, me ouve, me responde...não se ausenta. Ele muda a rotina dele por mim, muda os planos...Não, ele não se anula, apenas se adapta."
E diante de tudo isso, meu desejo de que "música" fosse algo em comum se torna pequeno.
E não adianta, só tem UM "exemplar" de cada. UM não é o outro e é estúpido querer que seja. E ainda bem por isso! Porque querer isso implicaria no "outro" ter os mesmos defeitos do "um"...e pular do barco.
Aí eu não aguentaria.
Aliás, ela sabe de COISAS e não de coração.
E ela diz : "ele não é assim como o fulano, ele não gosta disso ou daquilo...".
E às vezes a gente quase cai.
Por exemplo, uma observação que pra mim sempre foi primordial: ele não é músico. Sempre gostei de músicos, porque a ideia de ter alguém do meu lado que fosse desafinado já me deixava irritada.
E de repente me vi questionando isso: "ele não é músico."
Aí eu me respondi: "não, não é. Mas ele tem inúmeras outras qualidades, e dentre elas a maior, ele me quer. Ele sonha comigo. Ele perde o sono por mim. E ele me diz essas coisas. Ele não joga, ele SE joga. Ele não esconde o que pensa. Não esconde os medos. Me pergunta, me ouve, me responde...não se ausenta. Ele muda a rotina dele por mim, muda os planos...Não, ele não se anula, apenas se adapta."
E diante de tudo isso, meu desejo de que "música" fosse algo em comum se torna pequeno.
E não adianta, só tem UM "exemplar" de cada. UM não é o outro e é estúpido querer que seja. E ainda bem por isso! Porque querer isso implicaria no "outro" ter os mesmos defeitos do "um"...e pular do barco.
Aí eu não aguentaria.
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